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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Remendo-Remendo- A outra Cia de Teatro


Desde sua fundação, em 2004, A Outra Companhia de Teatro demonstra forte influência das manifestações populares, com investigação de linguagem cênica, e um interesse singular na pesquisa histórica do teatro na Bahia. Sua produção executiva sistemática fornece sustentação para as montagens, as participações em festivais, turnês, cursos, formação de plateia, intercâmbio cultural e encontros de teatro.

Eu escolhi para a postagem destacar o espetáculo Remendo-Remendó.



Foi a nona montagem d'A Outra Companhia. Remendo Remendó se passa numa pequena cidade do interior quando o Prefeito Aprígio organiza um Festival de contadores de história. Ele reúne as melhores mentes da região como: Seus filhos, o intelectual Corisco e a extrovertida Pórcia, o sábio Senhor Firmino e o divertido Alexandre,que se desdobram contando suas melhores histórias.Entre "causos" e estórias é que se costura o espetáculo infanto-juvenil Remendo Remendó. Entre suas obras revisitadas estão os folhetos de cordel que contam um dos casos de João Grilo, e um dos contos do livro "Alexandre e outras histórias", de Graciliano Ramos. A peça e escrita por Inácio D'eus e Cell Dantas, montada pela primeira vez em 2002, quando foi dirigida pelo próprio Inácio D'eus e Vinício de Oliveira e indicada ao Prêmio BRASKEM de Teatro na categoria Melhor Espetáculo Infanto-juvenil.

foto: João Millet Meirelles

domingo, 17 de agosto de 2014

Cia Carroça de Mamulengos - Pano de Roda


Não posso falar de Carroça de Mamulengos sem citar minha afetividade com essa família. Tantas vezes já passaram por Uberlândia... E uma delas me lembro das crianças (também era uma) estudarem por um tempo na mesma escola que eu... Tive bons tempos com eles...
Lendo uma agenda minha da época, achei o seguinte: "Queria ter nascido nessa família para poder ir embora com eles. Vou ser assim quando crescer. Quero fazer teatro."
Não poderia escolher outro grupo para esse exercício de escrita.



A Cia Carroça de Mamulengos é formada por uma família (que está cada vez mais crescendo) que se denominam: brincantes, atores, contadores de histórias e palhaço, que viajam há 35 anos pelo Brasil apresentando sua arte.

Qual arte?

A integração da arte e da educação na formação dos filhos e de quem os assiste. Misturando o canto, a dança, a música, os bonecos e os elementos circenses aliados a brincadeiras e manifestações populares diversas. Com a forte presença da memória, a companhia continua até hoje andando por aí  uma van carinhosamente apelida de de Brasilino. Como eles mesmos denominam: parte dos integrantes da Cia.

Atualmente a Cia viaja se apresentando em feiras, praças, festivais e teatros. Segundo eles "o picadeiro, para essa família, é sagrado é a extensão do próprio lar".



Os integrantes:


Carlos Gomide, Shirley França, Maria Gomide, Antônio Gomide, Francisco Gomide, João Gomide, Pedro Gomide, Isabel, Luzia, Iara Gomide, Elen Carvalho, Beto Lemos, Ana Rosa e Brasilino.



Além de espetáculos, a Cia conta com diversas oficinas: Alimentos da Terra, Brinquedos populares, Cameloturgia e Bonecos. Neste link você poderá acessar as especificidades de cada uma delas..

O espetáculo analisado neste post será o "Pano de Roda" - “Um espetáculo inspirado em cenas de tradicionais de palhaço, conhecidas e vivenciadas pelo Carroça de Mamulengos nos seus 35 anos de trajetória”


O espetáculo conta a história de uma trupe de circo que já está quase acabando, não tem estrutura de lona e conta somente com seu pano de roda. Em meio a confusão uma dupla tenta trabalhar no grupo e só “atrapalha”. A cia atravessa por piadas e gags clássicas de antigos palhaços, além de utilizar de clássicas referências de manifestações culturais espalhadas pelo Brasil como: teatro de mamulengos, contação de histórias, boi bumbá, a burrinha, a boneca de pano e claro, acompanhados por música ao vivo.
O cenário todo construído com retalhos de pano, se constrói uma verdadeira colcha de retalhos que ligam essas manifestações em um só espetáculo – uma caracterísica própria do grupo.

Aqui você pode ver o espetáculo na íntegra:


Ficha Tecnica
Concepção, direção, dramaturgia, roteiro, bonecos, cenario, figurinos, cenotecnica e produção de base: Cia Carroça de Mamulengos
Direção musical: Beto Lemos
Brincantes: Schirley França, Francisco Gomide, Elen Carvalho, João Gomide, Matheus Gomide, Pedro Gomide, Isabel Gomide, Luzia Gomide Músicos: Beto Lemos e Maria Gomide
Cenas de palhaço, poesias e desenhos para arte grafica: Antonio Gomide
Parceiros convidados
Direção de cena: Odília Nunes e Duda Maia
Dramaturgia: Rosyane Trota
Figurino: Carlos Alberto Nunes
Cenografia: Carlos Alberto Nunes e Fernando Mello
Iluminação: Aurelio di Simone
Direção corporal: Duda Maia
Técnico de som: Andreas Sepulveda
Tecnico de luz: João Gioia
Costureira: Louzinha Paiva
Assistentes de costura: Maria Zelia e Maria Lucia, Ana Rosa
Pinturas: Marcio Heider
Arte gráfica: Flavia Correia
Fotos e videos: Samuel Macedo
Assessoria de imprensa: Luciana Bento – Pauta Positiva

Equipe de Produção: Alex Nunes, Fabiana Vilar, Letícia Suevo, Letícia Verônica, Pedro Yudi e Roberto Jerônimo.
Estagiário de Produção: João Eizo
Produção Executiva; Augusto Oliveira
Direção de Produção: Sergio Saboya

Realização: Cia Carroça de Mamulengos e Galharufa Produções Culturais.
Agradecimentos: Zezito (palhaço Pilombeta), Jamelão ( O diamante Negro), Cosmo Silva (palhaço Sucata), Mauro Kury, Nino Rodrigues, Evelin Carvalho, Christina Strevan, João Resende e seja noite ou seja dia viva a estrela que nos guia.

Mais informações sobre a Cia Carroça de Mamulengos acesse o site: carrocademamulengos.org


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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Teatro




Na cultura o teatro se destaca por promover e fomentar lugares quaisquer em que se realizam atuações destinadas a serem contempladas pelo público e que refletem a essência de projetos de pesquisas e experiências. O teatro desempenha funções religiosas, pedagógicas e políticas representando cenas ou historias que transmitem conhecimento ao espectador. Nessa apresentação de Shakespeare nas Praças há uma troca de idéias após as apresentações entre os artistas e o público.


O teatro é composto por vários componentes: pelo artista, o espaço onde se destacam e se organizam todos os elementos, a sua fala, os movimentos do corpo, os figurinos que contém um sentido simbólico que caracterizam o espetáculo. Pelo o olhar do artista ao público ele expressa e elabora significados e a percepção do espectador é afetada com o que sabe, acredita ou que lhe é desconhecido, mas que readapta como lhe convém aos seus modos de sentir, pensar e agir. As manifestações culturais levam o artista e o público a experiências de aprendizagem que favorecem a imaginação, a construir significados e valores nesse hibridismo cultural que constrói progressivamente a identidade pessoal e de um povo.

LABIRINTO

elenco de O labirinto, apresentaçao no encerramento do ano de 1917 no curso de teatro da UFU